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sexta-feira, 19 de julho de 2024

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HGG celebra Dia Mundial do Diabetes com mutirão de cirurgias metabólicas

O Serviço de Cirurgia Metabólica do HGG foi lançado em 2018, sendo pioneiro e o primeiro hospital público do estado na realização desse tipo de atendimento.

Profissionais do HGG realizam cirurgia por videolaparposcopia, procedimento é menos invasivo (Foto: Suzana Meira/Idtech)

Em celebração ao Dia Mundial do Diabetes, comemorado no dia 14 de novembro, o Hospital Estadual Dr. Alberto Rassi (HGG) realiza, neste sábado (25/11), um mutirão de cirurgias metabólicas para pacientes da unidade com objetivo de controlar a obesidade e o diabetes.  As cirurgias vão ter início por volta das 07 horas e vão ser realizados por videolaparposcopia, prática menos invasiva.

Desde seu início, já foram realizados mais de 240 procedimentos. O coordenador do serviço, médico Paulo Reis, explica que para realizar o procedimento o paciente precisa atender a alguns critérios.

CIRURGIAS METABÓLICAS

“A cirurgia é indicada aos pacientes diabéticos que já estão inseridos no Programa de Controle e Cirurgia da Obesidade (PCCO) do HGG, com tratamento totalmente realizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Avaliamos a idade, peso, índice de massa corporal, comorbidades já existentes, histórico cardiovascular, além de hábitos alimentares e a realização de atividades físicas.” Por fim, o profissional ressalta que o procedimento é seguro e eficaz.

DEDICAÇÃO EM PESQUISAS

Um dos diferenciais do Serviço de Cirurgia Metabólica do HGG é a dedicação em pesquisas.  Paulo Reis teve o artigo científico “Bypass gástrico com pouch longo e bipartição de trânsito para acesso endoscópico ao estômago remanescente”, publicado pela editora Scientific Research Publishingt, no qual aborda um estudo sobre a utilização de uma técnica de cirurgia metabólica que mantém acesso endoscópico ao estômago remanescente do paciente.

“O procedimento consiste em mudar a ‘arquitetura’ do trajeto gastrointestinal do paciente, que induz a liberação de hormônios chamados incretinas, que permitem o controle da glicose. Após a cirurgia é feita reavaliação do paciente, onde poderá ter suspenso o uso das medicações, inclusive da insulina. Antes da cirurgia, também é realizada uma série de exames, a fim de avaliar as chances de remissão da doença (cura). Alguns ficarão livres da insulina e de outros medicamentos para diabetes, outros conseguirão controlar a glicose usando algum tipo de medicação, o que não era possível antes da cirurgia”, comenta.

BONS HÁBITOS SÃO FUNDAMENTAIS

Atualmente, a técnica citada no estudo é realizada no HGG. O médico explica que a recuperação tem todo um processo e começa com uma dieta inicial para a adaptação à nova condição alimentar.

“O paciente poderá voltar às suas atividades normais em torno de 20 a 30 dias. Caso haja uma remissão total da doença, o paciente poderá ter uma vida normal, inclusive, se alimentando normalmente. Contudo, é importante lembrar que o paciente precisa manter bons hábitos, como alimentação equilibrada e atividade física”, adverte Paulo Reis.

O coordenador do Serviço de Cirurgia Metabólica do HGG ressalta ainda que os resultados nos primeiros 18 meses após o procedimento cirúrgico são animadores.

“Convidamos para participarem do estudo 12 pacientes, entre 18 e 70 anos. Todos eles receberam informações completas sobre os procedimentos, riscos e benefícios. Grande maioria dos pacientes operados tiveram o controle da obesidade e do diabetes. E ainda teremos melhores resultados”, considerou.

Secretaria de Estado da Saúde- SES/Idtech

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