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quinta-feira, 18 de julho de 2024

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Goiás recebe Fórum de Governadores do Brasil Central

O governador Ronaldo Caiado, ao lado de chefes do Executivo de outros cinco estados, abriu em Goiás, o Fórum de Governadores do Brasil Central, nesta sexta-feira (29/09), em Rio Quente, no sul do estado.

Ronaldo Caiado no Fórum de Governadores: “Nossa responsabilidade é com o povo nosso estado, do nosso país.” (Foto: Júnior Guimarães)

O evento, promovido pelo Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do Brasil Central (BrC), discutiu temas fundamentais para o desenvolvimento da região e que, ao mesmo tempo, movimentam a pauta nacional. Foram quatro painéis:

  • Brasil Central: Oportunidades e Desafios;
  • Reforma Tributária: Impactos na região do Brasil Central;
  • Segurança Pública: Protocolo de Intenções; e
  • Marco Temporal: Direito à Propriedade.

FÓRUM DE GOVERNADORES

O primeiro painel contou com a participação de seis dos sete governadores que compõem o grupo: Ibaneis Rocha (Distrito Federal), Ronaldo Caiado (Goiás), Carlos Brandão (Maranhão), Mauro Mendes (Mato Grosso), Wanderlei Barbosa (Tocantins) e Eduardo Riedel (Mato Grosso do Sul). Rondônia também integra o Consórcio.

“Criamos esse consórcio primeiro com o objetivo de interagir, de criar sinergia regional e, a partir dessa sinergia, discutir problemas, soluções, mecanismos que possam ser trabalhados conjuntamente por esses estados, para promover as políticas públicas sobre as nossas responsabilidades e produzir resultados melhores para a nossa população”, resumiu o governador Mauro Mendes, que lidera o grupo.

Com 21 senadores e 75 deputados no Congresso Nacional, o BrC representa cerca de 27 milhões de brasileiros em seus 2,5 milhões de quilômetros quadrados de território, abrangendo 875 municípios. Essa aliança é responsável por 12,56% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, demonstrando sua relevância no cenário nacional.

O Fórum foi uma oportunidade para fortalecer essa cooperação e buscar soluções conjuntas para os desafios que a região enfrenta.

“O consórcio é exatamente para isso: trazer experiências exitosas de cada um dos estados, para que a gente possa aprimorar a nossa gestão”, pontuou Carlos Brandão, do Maranhão.

ALERTA

“Peço, neste momento que estamos discutindo grandes reformas, que tenhamos a sensibilidade de entender que Ulysses Guimarães buscou na Constituinte os desenvolvimentos regionais”, argumentou Caiado, ao reiterar crítica à alíquota do novo imposto sobre o valor agregado (IVA), que deve variar entre 20,03% e 30,7%. O governador estava acompanhado da primeira-dama, Gracinha Caiado.

“Imagina poder botar uma alíquota única no Brasil, do Amapá até o Rio Grande do Sul, com situações totalmente heterogêneas, diferentes, peculiares do seu dia a dia”, alertou. “A simplificação, nós queremos”, esclareceu. É necessário, porém, “ter a capacidade de cada governador buscar uma independência. Nós fomos eleitos pelo voto. Não para receber receita de quem não sabe os problemas reais que nós estamos passando”, criticou Caiado.

“Acredito que nós, os 27 governadores, temos uma responsabilidade ímpar de mostrar que ninguém aqui vai se posicionar mais esperto do que o outro. Nossa responsabilidade é com o povo do nosso estado, do nosso país. Não tem espaço para esperteza. O espaço é para a transparência. Ninguém quer sobrepujar o outro”, finalizou o governador de Goiás.

DIÁLOGO

O posicionamento de Caiado foi validado pelos demais governadores. Na avaliação de Ibaneis Rocha, do Distrito Federal, a Reforma Tributária não está pronta para ser votada e ainda carece de diálogo com os senadores, no sentido de ter o menor impacto possível nas contas.

“O Distrito Federal vive uma situação diferente dos demais estados do Centro-Oeste. A gente tem uma expectativa de aumento na arrecadação, mas isso tudo tem de ser debatido com todos os governadores, porque não existe uma reforma que vai beneficiar um estado e prejudicar os demais”, alegou.

O governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, frisou que essa luta precisa ecoar na voz de todos os líderes de Executivo, uma vez que serão impactados, ainda que de formas distintas.

“Todos têm indústrias, setor que produz, turismo, empresários”, observou. “Temos uma regra de transição que vai até 2032. E o governo do Caiado termina em 2026, então é uma preocupação de coerência, de respeito com o estado e de cuidado. É a mesma preocupação que nós temos”, finalizou.

 

 

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