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sexta-feira, 17 de setembro de 2021

sexta-feira, 17 de setembro de 2021

Goiás dobra instalações de energia solar em 2020

Goiás está ganhando espaços na geração de energia solar fotovoltaica.

A energia solar se encaixa nos programas do Governo de Goiás ainda sob o aspecto de preservação do meio ambiente. Além dos incentivos aos consumidores residenciais e comerciais, Goiás também oferece benefícios às indústrias

Goiás está ganhando espaços na geração de energia solar fotovoltaica. Em 2020, o Estado alcançou o sétimo lugar entre as unidades da federação que mais instalou novas conexões de geração distribuída (produzida no local de consumo): aproximadamente 9 mil, o dobro de 2019, quando se registrou 4,7 mil. Os dados são da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Em 2016, Goiás ocupava apenas o 16º lugar no ranking da Aneel.

“Goiás tem uma política de incentivo à geração de energia solar. Exemplo é a isenção de ICMS para sistemas de até 1 megawatt. Não há pagamento do imposto incidente sobre a energia elétrica fornecida pela distribuidora, na quantidade correspondente à soma da energia elétrica injetada na rede pela mesma unidade consumidora com os créditos de energia”, explica o secretário de Desenvolvimento e Inovação, Marcio Cesar Pereira.

A energia solar se encaixa nos programas do Governo de Goiás ainda sob o aspecto de preservação do meio ambiente. Além dos incentivos aos consumidores residenciais e comerciais, Goiás também oferece benefícios às indústrias que produzem placas e demais equipamentos de energia solar.

Nacional

O Brasil subiu para 9º no ranking de países que mais instalaram energia solar em 2020. O levantamento, feito pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) a partir de dados do International Energy Agency Photovoltaic Power Systems Programme (IEA PVPS), que inclui tanto grandes usinas quanto pequenos sistemas.

Conforme as estatísticas, no ano passado, o Brasil instalou 3.152,9 megawatts (MW) de fonte solar fotovoltaica, incluindo 2.535,3 MW (80%) em sistemas de geração distribuída e 617,6 MW (20%) em sistemas de geração centralizada.

Para o presidente do Conselho de Administração da Absolar, Ronaldo Koloszuk, o Brasil tem condições suficientes para assumir ainda mais protagonismo. “O país está em vias de votar o projeto de lei 5.820/2109, que cria o marco legal da geração própria de energia renovável e poderá trazer R$ 139 bilhões em novos investimentos até 2050, além de mais de 1 milhão de novos empregos nos próximos anos”, comenta.

Secretaria de Estado de Desenvolvimento e Inovação- Sedi

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