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segunda-feira, 22 de abril de 2024

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Aluno foi morto na porta de escola após briga em jogo online, diz delegado

Dois outros estudantes ficaram feridos. Uma mulher e os dois filhos dela foram levados para a Central de Flagrantes como suspeitos do crime.

Mulher e dois jovens agridem aluno, que está encolhido em Anápolis, Goiás — Foto: Reprodução

Uma discussão em um jogo online foi o que motivou uma briga na porta de uma escola pública, em Anápolis. A confusão terminou com a morte de um estudante de 14 anos, além de também ter deixado dois adolescentes, de 12 e 15 anos, feridos. A informação foi repassada pelo delegado Wllisses Valentim.

“Os meninos fizeram uma live ontem em um joguinho online e, no meio da live, outro garoto entrou e começou a fazer ofensas. Então, eles combinaram de se encontrar na saída da escola, hoje, para resolver essas diferenças. Na saída da escola houve essa briga”, explicou o delegado.

O crime aconteceu no início da tarde desta terça-feira (20), próximo ao Colégio Estadual Leiny Lopes de Souza, no bairro Calixtópolis. De acordo com o delegado, o irmão mais velho de um dos adolescentes que estava participando da briga chegou ao local acompanhado da mãe para tirar satisfação com os estudantes. A mulher, de 43 anos, segurava um martelo e o rapaz, de 20, estava com uma faca.

Durante a confusão, mãe e filho acabaram atingindo três estudantes. Um deles morreu na hora e os outros dois foram internados no hospital. Segundo o delegado, a mulher, o filho dela de 15 anos e o outro filho maior de idade foram levados para a Central de Flagrantes.

O Hospital Estadual de Anápolis Dr. Henrique Santillo (Heana) informou que os dois adolescentes estão em estado gravíssimo.

Em nota, a Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc) lamentou o ocorrido e disse que toda a confusão aconteceu fora do ambiente escolar, por motivos pessoais dos estudantes. Explicou que a Superintendência de Segurança Escolar foi acionada assim que a direção soube do caso

Também segundo a Seduc, a equipe do Núcleo de Saúde e Segurança do Servidor e do Estudante já acompanha o caso para dar assistência aos estudantes e suas famílias. Reforçou, por fim, que “todos os esforços têm sido feitos no sentido da promoção de uma cultura da paz”.

FONTE: G1 Goiás

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